19 agosto 2013


Mostra Finalistas do IX Prêmio FIESP/SESI-SP de Cinema com apresentação do filme: Xingu
Dia 22, Quinta, às 20h. Brasil, 2012, Drama, 102 min., 12 anos. 
Direção: Cao Hamburguer. Com Adana Kambeba, Augusto Madeira, Awakari Tumã Kaiabi, Caio Blat, Fábio Lago, Felipe Camargo, João Miguel, Maiarim Kaiabi, Maria Flor, Tapaié Waurá e Totomai Yawalapiti. 
 
Sinopse: Os irmãos Orlando (Felipe Camargo), Cláudio (João Miguel) e Leonardo Villas Bôas (Caio Blat) resolvem trocar o conforto da vida na cidade grande pela aventura de viver nas matas e desbravá-las. Para isso, resolvem se alistar no programa de expansão pela região Centro-Oeste do Brasil, incentivado pelo governo. Com enorme poder de persuasão e afinidade com os habitantes da floresta, os três se tornam referência nas relações com os povos indígenas, vivenciando incríveis experiências, entre elas a criação do Parque Nacional do Xingu. 
 
 
Adélia Issa e Ricardo Ballestro em recital de canto e piano
Dia 23, Sexta, às 20h 
Livre - Música Erudita - Duração: 75 min 
 
Sinopse: Adélia Issa e Ricardo Ballestero atuam juntos há mais de 15 anos, período durante o qual intensificaram suas pesquisas sobre o repertório nacional de canções de câmara. Diversas dessas obras permanecem em manuscrito, sem edição, e foram resgatadas com as famílias dos compositores ou com seus herdeiros, em bibliotecas por todo o país e em acervos particulares de músicos. 
 
Adélia Issa é uma das mais importantes cantoras líricas brasileiras, apresenta-se no Brasil e exterior com obras de todas as épocas e estilos. Atuou nas óperas Un Ballo in Maschera de Verdi, ao lado do tenor Carlo Bergonzi, e Carmen de Bizet, com Plácido Domingo. Foi solista em primeiras audições mundiais de obras de Camargo Guarnieri, Francisco Mignone, Gilberto Mendes, e no Requiem de Cláudio Santoro, com regência do compositor.
 
Ricardo Ballestero, um dos maiores pianistas colaboradores em nosso país, atuou como professor na Universidade do Colorado-Boulder, EUA, e realizou recitais, palestras e cursos sobre o repertório vocal de câmara na Itália, Alemanha, Portugal, EUA e por todo o Brasil. Tem se apresentado em recitais com cantores solistas da Metropolitan Opera, New York City Opera e Houston Grand Opera. É professor no Departamento de Música da Universidade de São Paulo.
 
Orquestra Filarmônica do SENAI-SP
Dia 24, Sábado, às 18h 
Livre - Música Erudita - Duração: 60 min 
 
Sinopse: Formada por alunos e ex-alunos das escolas SENAI-SP, a Orquestra Filarmônica SENAI-SP hoje se impõe como uma das maiores orquestras jovens brasileiras e uma das únicas vinculadas a uma instituição de ensino que não seja um conservatório, escola de música ou projeto social. Suas atividades, orientadas pela importância atribuída pelo SENAI-SP à formação integral do aluno, buscam um aprofundamento da abordagem musical extracurricular, aliando apuro técnico e senso estético, através de um repertório abrangente e eclético. 
 
O repertório contará com obras variadas. Entre os destaques estão as composições Bolero, de Maurice Ravel, Sinfonia nº5, escrita por Beethoven e Pomp and Circumstance nº1, de Edward Elgar, além de canções de Tom Jobim, Adoniran Barbosa e John Williams.
 
O Canto da Sereia
Dia 25, Domingo, às 19h 
Livre - Dança - Duração: 50 min 
 
Sinopse: A mulher é vista e se coloca em nossa sociedade como um ser etéreo, intocável, sedutor, quase lendário, tanto quanto a imagem de uma sereia, em seu canto de mistério e esplendor. As notas musicais que uma sereia alcança em seus contos, com sua doçura e poder, atraem a imaginação, fazendo emergir e aguçar os sentidos dos seres humanos. O Grupo da ênfase seguida da desconstrução deste poder do feminino instintivo, causando uma reflexão sobre nossa sociedade contemporânea que prioriza a imagem, a ilusão superficial em detrimento de um desenvolvimento mais holístico do ser humano.
 
A peça traduz para o público a sedução impositiva do mito, o chamamento ancestral que leva a criatura para o abismo de suas próprias origens, para a negação da sua individualidade e razão. Assim como na lenda, no espetáculo a sereia encarnará esse sequestro do humano para os confins do não-ser, ou do ser-um, o caos primordial que não torna diferente todos os que foram criados. Fazer parte dessa humanidade primordial, misturar-se a essa água infinita, entregar-se a esse mar que desorienta é renunciar a própria identidade e essência humana.
 

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